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quarta-feira, 9 de julho de 2008
Auto - Falantes
Algumas são bem fodas, outras são divertidas, mas temos que adimitir que é um ótimo fonte de inspiração.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Logos + vídeos
Bom, como eu tinha postado uma vez um site de logotipos vetorizados, aqui vai outro com muito mais do que o anterior. Pena que não segue um padrão de formato, como no logotypes.ru, que eram todos em Illustrator (.ai). Logo, vc encontra em vários formatos, incluindo corel draw =P.
Tá ai o site dividido por categoria:
Logos
E ai vai 2 vídeos. O primeiro vídeo foi exibido pelo meu grupo de tipografia. Animaçãozinha mto treta! O segundo é um vídeo de pessoas nuas! =O É bem bobo, mas diferente.
Tá ai o site dividido por categoria:
Logos
E ai vai 2 vídeos. O primeiro vídeo foi exibido pelo meu grupo de tipografia. Animaçãozinha mto treta! O segundo é um vídeo de pessoas nuas! =O É bem bobo, mas diferente.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Crie sua própria Moto
Já pensou em construir a moto dos seus sonhos? pois é, no site da Allstate Garage isso é possivel, nele você pode escolher cada parte da moto no estilo que você quiser e no final salvar como papel de parede.

segunda-feira, 17 de março de 2008
Método apple de criatividade?
Tradução de um texto bastante interessante, não está ao pé da letra mas a idéia principal é essa.
O Processo de design da Apple
Durante o SXSW (acredito que seja esse evento) uma interessante apresentação de Michael Loop,senior engineering manager (gerente sênior de engenharia?) da Apple, revelou alguns métodos criativos que fazem o design da Apple ter sucesso onde muitas outras empresas falham. Depois de descrever o processo de sempre surpreender os consumidores, algo como grandes softwares em fabulosos hardwares com uma bela interface, ele respondeu o que muito designer se pergunta quando encontra um produto da Apple: "Como diabos eles fazem isso?".
Pixel Perfect Mockups
Isto, admitiu Loop, consome uma quantidade absurda de trabalho e também um tempo enorme. Mas, acrescentou, "retira todas as ambiguidades." Ou seja, representa uma economia de tempo nas etapas seguintes do processo, já que elimina a necessidade de corrigir futuros erros.
De 10 para 3 para 1
Os designers da Apple apresentam 10 mockups totalmente diferentes para cada idéia. "Não sete para fazer três aceitáveis",diz Loop, que parece ser o padrão em outras empresas. Então eles analisam todos os dez e trabalham em cima destes sem restrições afim de reduzi-los à três alternativas. Por fim, gastando mais alguns meses nesses três a equipe finalmente encontra uma alternativa forte o bastante para o mercado.
Reuniões Emparelhadas do Projeto
Toda Semana as equipes têm dois encontros. Um para o brainstorm, onde todas as restrições são deixadas de lado e as idéias fluem livremente, sem preconceitos. Outro para discutir a produção em si, um encontro separado com a mesma frequência do primeiro, mas sendo a antítese deste, podando as idéias e adequando-as à realidade e à possibilidade de produção. Este processo continua durante todo o desenvolvimento de qualquer apetrecho, naturalmente a balança tende a se deslocar, mas manter uma opção para o pensamento criativo até o fim do projeto é realmente inteligente.
O original aqui!
Tanto pode ser uma informação útil, como não...
Mas conhecimento nunca é demais.
Ps: Eu num traduzi o último parágrafo.
O Processo de design da Apple
Durante o SXSW (acredito que seja esse evento) uma interessante apresentação de Michael Loop,senior engineering manager (gerente sênior de engenharia?) da Apple, revelou alguns métodos criativos que fazem o design da Apple ter sucesso onde muitas outras empresas falham. Depois de descrever o processo de sempre surpreender os consumidores, algo como grandes softwares em fabulosos hardwares com uma bela interface, ele respondeu o que muito designer se pergunta quando encontra um produto da Apple: "Como diabos eles fazem isso?".
Pixel Perfect Mockups
Isto, admitiu Loop, consome uma quantidade absurda de trabalho e também um tempo enorme. Mas, acrescentou, "retira todas as ambiguidades." Ou seja, representa uma economia de tempo nas etapas seguintes do processo, já que elimina a necessidade de corrigir futuros erros.
De 10 para 3 para 1
Os designers da Apple apresentam 10 mockups totalmente diferentes para cada idéia. "Não sete para fazer três aceitáveis",diz Loop, que parece ser o padrão em outras empresas. Então eles analisam todos os dez e trabalham em cima destes sem restrições afim de reduzi-los à três alternativas. Por fim, gastando mais alguns meses nesses três a equipe finalmente encontra uma alternativa forte o bastante para o mercado.
Reuniões Emparelhadas do Projeto
Toda Semana as equipes têm dois encontros. Um para o brainstorm, onde todas as restrições são deixadas de lado e as idéias fluem livremente, sem preconceitos. Outro para discutir a produção em si, um encontro separado com a mesma frequência do primeiro, mas sendo a antítese deste, podando as idéias e adequando-as à realidade e à possibilidade de produção. Este processo continua durante todo o desenvolvimento de qualquer apetrecho, naturalmente a balança tende a se deslocar, mas manter uma opção para o pensamento criativo até o fim do projeto é realmente inteligente.
O original aqui!
Tanto pode ser uma informação útil, como não...
Mas conhecimento nunca é demais.
Ps: Eu num traduzi o último parágrafo.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Viva o ócio!
Hj a tarde o Roger me passou um link mto interessante sobre criatividade e acho que deve ser copiado aqui na íntegra:
Não fazer nada, "faz muito" em matéria de saúde física, mental e emocional, e além de singela e prazerosa, certa dose de inatividade pode acabar sendo terapêutica. Para alguns psicólogos o ócio é uma das necessidades básicas do ser humano, da mesma forma que beber, comer, ter relações sexuais, evitar o perigo ou se autoafirmar.
Alguns especialistas afirmam que o tempo livre é um marco para se abandonar ao puro lazer. Assinalam que o fato de "não fazer nada" é um exercício de criatividade, porque consiste em fazer o que dá vontade em uma pessoa, ao contrário do que é imposto ou proposto por outros.
Curiosamente, é muito difícil permanecer inativo, pelo menos para os seres humanos, já que eles têm certa impossibilidade fisiológica de não fazer nem pensar nada. Seu cérebro está sempre ativo, inclusive quando em máximo repouso, e sempre se está fazendo ou pensando algo, embora não esteja trabalhando ou ocupando o tempo "produtivamente".
Cada pessoa pode dedicar o ato de "não fazer nada" ao que preferir, desde ver televisão, ler um livro ou escutar música, até arrumar o quarto, dar um passeio, ir ao cinema, ou ir à barbearia: a questão é relaxar, fazer o que estiver fazendo da maneira mais tranqüila possível.
Segundo especialistas, quando o cérebro registra que haverá um tempo livre e relaxante, se produz uma sensação de prazer e tranqüilidade prévios, como se já se vivesse nessa situação, e a mente e o corpo descansam por antecipado. O sociólogo e escritor italiano Domenico de Mais fala ainda de um tipo de tempo livre que ele chama de "ócio criativo", onde trabalho e lazer se misturariam para criar um ambiente de bem-estar, onde trabalho, jogo e aprendizado andariam lado a lado.
O lazer mais terapêutico
Para que a inatividade seja saudável, é preciso entendê-la como um momento que está sendo investido na própria saúde mental, em si mesmo, ao invés de se sentir culpado por perder tempo. Além disso, é preciso procurar aprender a ficar "a sós consigo mesmo" e concentrar-se nas próprias sensações.
Se você conseguir não fazer nada durante pelo menos 30 minutos ao dia, não só começará a se sentir melhor, mais descansado e menos estressado, mas receberá uma série de benefícios, por quê?
- Você se tornará mais criativo. Em estado de relaxamento, a mente está livre e menos pressionada para descobrir novas opções e ter melhores idéias, que quando está em uma atividade permanente e acelerada.
- Você se relacionará melhor com os demais. Freqüentemente, por estarmos imersos em nossos problemas, as outras pessoas nos passam despercebidas, inclusive os de nossos entes queridos. Ao libertar-nos da pressão, nos contactamos com aquilo que deixamos de lado.
- Você terá mais energia. Após desfrutar de um descanso reconfortante, seu próprio organismo "lhe pedirá" mais atividade, que poderá ser enfrentada com mais vigor.
Fonte: Yahoo Notícias
Pesquisando sobre o tema descubri que existe um livro de um sociólogo, Domenico de Masi, chamado justamente O Ócio Criativo. Quem estiver um pouco mais interessado dê uma olhada nesse resumo.
Bom e agora dá licensa que eu vou ali deitar um pouco... quer dizer, vou ali exercitar minha criatividade!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Reflexão...
Cadê os roteiristas?
Só um apelo pra pensarmos no que vamos produzir, especialmente pra quem pretende produzir animações ou hq´s!Quando se pensa em críticas, um grande esforço deve ser feito pra que sejam construtivas e de alguma forma ajudem o autor de um trabalho a melhorar na próxima vez... sim eu também acho isso, mas tem certas críticas que por mais que você tente dizer de uma maneira construtiva não tem como. Mesmo que o autor - no caso produtor e diretor- não as leia, ainda assim eu preciso escrever algo sobre isso...
Em pleno Natal tive a brilhante idéia de ir assistir à Bussola de Ouro, pra quem não sabe é uma adaptação do primeiro livro da trilogia Fronteiras do Universo escrito por Phillip Pullman. Ok, adaptações de livro nunca são fiéis em 100% e eu não quero de maneira alguma que sejam. Mas claro que é inevitável comparar e óbvio que o grosso dessa comparação eu mantenho pra mim.
Não é segredo nenhum também que os filmes de hoje, leia-se blockbusters, estão um pior que o outro, mas tem uns que abusam e esse é o caso da Bússola de Ouro. Por quê? Você se pergunta, porquê?
Vamos desconsiderar os fatos que deixariam qualquer um que leu o livro indignado. Desconsiderar o fato de tentarem retirar toda e qualquer referência a religião - PS: a trilogia toda faz referência è Bíblia e ao seu Gênesis- é um tema polêmico, dá pra entender. Cortes de muitas partes, dá pra entender, é um livro grande pra caramba, rico demais em detalhes pra ser contado em um filme de três horas.
Só que de repente você descobre que o filme tem menos de duas horas, sim tudo ficou ainda mais corrido, tanto que não dá pra criar nenhum tipo de vínculo com nenhum dos personagens além da principal, Lyra, tirando o fato de todos os coadjuvantes lembrarem demais todo tipo de clichê de persongens.
Agora quem leu o livro fica sem reação ao ver os eventos principais acontecerem em ordem invertida, o ínicio da conclusão da história estar misturado sem uma ordem que tenha lógica. Ainda que no filme pouco tenha atrapalhado, porque ainda daria pra entender o fim. Mas o filme não tem fim!!!! O gran finale, onde o escritor fisga o leitor pro próximo livro, onde todo o clímax acontece, onde o futuro do mundo é abalado simplesmente não existe no filme.
Some à isso o fato de todos os personagens, sem exceção, estarem descaracterizados e o fato do personagem mais legal do filme, o aeronauta Lee Scoreby, ter o mesmo figurino- e claro ser o mesmo ator- do Motoqueiro Fantasma, sabe o motoqueiro cowboy, então o proprio. E o fato de o objeto que dá nome ao filme num ter a mínima importância!
Te faz pensar, precisamos de roteiristas!!!
Na boa se algum de vocês for fazer uma animação façam me o favor de dar 50% de importância pro roteiro, coisa bonita gráficamente até um chimpanzé dá conta de fazer.
Chris Weitz que vá pro inferno e que o capeta arrume algo de útil pra ele fazer que não envolva escrever e dirigir filmes!
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